A 69ª turma do Curso de Suporte Básico à Vida em Emergências (SBVE) foi ministrada na manhã desta sexta-feira, 1º de agosto de 2025, na Sala Multiuso da OTICS-RIO Souza Aguiar. Como fruto da parceria entre a Rede OTICS/SMS-RJ e o Núcleo de Formação Profissional, Pesquisa e Educação Permanente (NUFOPEP/RioSaúde). Estiveram presentes 12 profissionais da saúde, sendo 9 Agentes Comunitários de Saúde (ACS), 1 Recepcionista, 1 Profissional de Educação Física e 1 Cirurgiã Dentista, lotados nas seguintes unidades: CMS Oswaldo Cruz, Caps AD III Jovelina Pérola Negra, CSE São Francisco de Assis, CF Nelio de Oliveira, UPA 24H Magalhães Bastos, Hospital Municipal Souza Aguiar e CF Adolfo Ferreira De Carvalho. Houve 3 ausências, 1 Agentes Comunitários de Saúde (ACS), 1 Assistente Administrativo e 1 Porteiro de Edifícios, lotados nas seguintes unidades: Hospital Municipal Ronaldo Gazolla, CF Assis Valente CMS Marcolino Candau.

A turma desenvolveu conhecimentos em:
- Definição e Reconhecimento da Parada Cardiorrespiratória (PCR);
- Cadeia de Sobrevivência e Primeiros passos da PCR;
- Condutas para adulto, criança e bebê na PCR;
- Uso de desfibrilador Externo Automático- DEA;
- Dinâmica efetiva de atendimento na PCR e Manobra de desengasgo.




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O objetivo da oficina é treinar os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) no uso do programa Google Earth Pro, integrando os recursos técnicos da ferramenta de georreferenciamento aos conhecimentos práticos dos agentes sobre a Atenção Primária à Saúde (APS), com foco na atualização e demarcação das microáreas de atuação de cada profissional.
Nesse contexto, a atividade teve como foco a atualização dos territórios de atuação dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) por meio do uso do Google Earth Pro, em um processo colaborativo que uniu tecnologia e experiência de campo. A proposta buscou aprimorar a precisão das delimitações territoriais, tornando mais eficiente o planejamento e a execução das ações de saúde Como resultado, foram atualizados e delineados os territórios de atuação das equipes de Saúde da Família (eSF), contribuindo para um planejamento mais preciso e eficaz das ações de saúde. Esse processo favorece o acesso, o acolhimento e o cuidado qualificado à população atendida, fortalecendo a Saúde Pública no Município do Rio de Janeiro.
Diante disso, a Atenção Primária à Saúde (APS), reconhecida como porta de entrada preferencial do Sistema Único de Saúde (SUS), organiza-se com base na territorialização, que permite um entendimento mais profundo das condições de vida da população, dos determinantes sociais da saúde e das redes de cuidado locais.
Assim, as oficinas de territorialização configuram-se como ferramentas estratégicas para o fortalecimento da Atenção Primária à Saúde (APS) nas Clínicas da Família (CF) e nos Centros Municipais de Saúde (CMS). Ao promoverem a integração entre o planejamento em saúde e as especificidades de cada território, essas ações contribuem para uma atenção mais resolutiva, humanizada e alinhada às reais necessidades da população.























