Nesta terça-feira, 17 de março de 2026, aconteeu um encontro no auditório da OTICS-Rio Rocinha com a participação dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) das equipes de Saúde da Família da Clínica da Família (CF) Maria do Socorro Silva e Souza. A atividade contou com a presença de Eduardo Queirolo, responsável pelo georreferenciamento da Divisão de Informação, Controle e Avaliação (DICA) da Coordenadoria Geral de Atenção Primária da Área Programática 2.1 (CAP-2.1).
O objetivo foi atualizar o território de acordo com as áreas de atuação dos ACS, utilizando o programa Google Earth Pro e integrando os recursos técnicos da ferramenta aos conhecimentos práticos dos agentes sobre a Atenção Primária à Saúde (APS). A territorialização permite compreender melhor as condições de vida da população, os determinantes sociais da saúde e as redes de cuidado em cada localidade.
Portanto, as oficinas de territorialização configuram-se, assim, como instrumentos estratégicos para o fortalecimento da APS nas Clínicas da Família e nos Centros Municipais de Saúde. Ao articularem o planejamento em saúde às especificidades de cada território, contribuem para uma atenção mais resolutiva, humanizada e alinhada às necessidades da população.

Oficina de Territorialização 2026 – CF Maria do Socorro Silva e Souza AP 2.1









A territorialização possibilita identificar determinantes sociais e ambientais que influenciam a saúde da população, permitindo reconhecer vulnerabilidades, planejar ações direcionadas e promover uma assistência integral. Nesse contexto, a atividade teve como objetivo atualizar o mapeamento das microáreas de atuação dos ACS por meio do programa Google Earth Pro. A proposta integrou os recursos técnicos da ferramenta de georreferenciamento ao conhecimento prático dos agentes sobre o território, favorecendo a construção colaborativa das demarcações.
Dessa forma, as oficinas de territorialização consolidam-se como instrumentos estratégicos para o fortalecimento da Atenção Primária à Saúde (APS) nas Clínicas da Família (CF) e nos Centros Municipais de Saúde (CMS), ao integrar o planejamento em saúde às especificidades de cada território e favorecer uma atenção mais resolutiva, humanizada e alinhada às necessidades da população.











